Os orixás, para o candomblé, são os deuses supremos. Possuem personalidade e habilidades distintas, bem como preferências ritualísticas. Estes também escolhem as pessoas que utilizam para incorporar no ato do nascimento, podendo compartilhá-lo com outro orixá, caso necessário.
Os rituais do candomblé são realizados em templos chamados casas, roças ou terreiros que podem ser de linhagem matriarcal (quando somente as mulheres podem assumir a liderança), patriarcal (quando somente homens podem assumir a liderança) ou mista (quando homens e mulheres podem assumir a liderança do terreiro). A celebração do ritual é feita pelo pai de santo ou mãe de santo, que inicia o despacho do Exu. Em ritmo de dança, o tambor é tocado e os filhos de santo começam a invocar seus orixás para que os incorporem. O ritual tem no mínimo duas horas de duração.
O candomblé não pode ser igualado à umbanda. No candomblé, não há incorporação de espíritos, já que os orixás que são incorporados são divindades da natureza; enquanto na umbanda, as incorporações são feitas através de espíritos encarnados ou desencarnados em médiuns de incorporação. Existem pessoas que praticam o candomblé e a umbanda, mas o fazem em dias, horários e locais diferentes.
Mayara Mororo Lopes
Aline Pereira
Aline Freitas
Mikelli de Paula
Michelly do Amaral
Raphael Oliveira
Em nossa sociedade, o medo da morte faz parte do cotidiano das pessoas. Elas fazem de tudo para aumentar os seus anos de vida, lançando mão dos recursos da medicina e até de crenças religiosas inescrupulosas. No entanto, nesta mesma sociedade, reina uma cultura de morte: o aumento da indústria bélica, o tráfico de drogas e o desrespeito ecológico. Diferente é o que acontece na cultura africana da qual damos o exemplo na Costa de Marfim
RESPEITO À MORTE
a cultura africana, o morrer com idade avançada e ter um funeral digno (com muita festa) são sinônimos de uma boa morte. Em vista disso, muitas pessoas preparam de antemão o seu próprio funeral, guardando dinheiro e encarregando pessoas para se ocuparem da cerimônia fúnebre.
A morte de um membro da tribo não interessa somente à sua família ou ao grupo de parentes e amigos, mas envolve todos os aldeões. Por isso, quando morre um membro na aldeia, a família não pode publicar a sua morte ou manifestar seu sentimento de desconsolo antes que a notícia seja comunicada ao chefe da aldeia. Será ele que, em seguida, dará ordens ao tocador de tambor para que convoque a população na praça pública, debaixo de uma árvore, lugar do anúncio oficial de qualquer notícia importante.
O som do “tambor-falante” (realmente existe uma linguagem codificada no som do tambor, que é ritmado com sons alternados) é entendido à distância e cada aldeão deixa imediatamente seus afazeres, mesmo estando na roça, para participar do anúncio da partida de um dos seus, para a “aldeia dos antepassados”. Somente depois que a notícia é dada, todos os presentes, do menor ao maior, para manifestar seus sentimentos de pesar, terão que chorar um pouco, nem que sejam “lágrimas de crocodilo”. Em seguida, um ancião consola a todos e juntos vão para a casa do falecido.
Chegando lá, os anciãos tomarão as decisões mais urgentes para o bom andamento do funeral: – quem vai lavar o cadáver? – quem vai cavar a cova fúnebre? – qual a religião que o falecido praticava, para que sua crença seja respeitada? (na região da Costa do Marfim, onde trabalhei, predominavam as religiões muçulmana, animista e católica) – quem vai organizar a dança fúnebre? – quem vai dar a notícia às outras aldeias vizinhas? Essa última função é reservada ao chefe e seus notáveis. Só eles podem dar o anúncio oficial da morte de algum membro da aldeia, dando a impressão de que o chefe é o “proprietário” de todos os aldeões.
EXPOSIÇÃO DO MORTO
Depois de lavado o corpo do defunto, ele é exposto para a visitação dos aldeões. Não existe uma regra única para a exposição do cadáver – isso depende do status social do falecido ou do que ele mais gostava em vida. Se ele era um chefe, será revestido de toda a sua indumentária tradicional e contará com a presença de suas serventes, que passarão o tempo todo espantando as moscas e insetos que se aventurarem a pousar sobre o corpo.
No caso de uma moça bonita, depois de bem vestida e ornamentada com bijuterias, será exposta sentada numa cadeira, com as costas apoiadas na parede, os olhos abertos e as mãos apoiadas sobre os joelhos. Dessa forma, os visitadores poderão contemplar ainda a sua beleza.
Nesta postura, acreditam, ela se alegrará com o espetáculo da dança que será feito em sua honra. Quando o falecido é um rapaz que gostava de jogar futebol, terá ao seu lado uma bola, um apito, e seus colegas lhe prestarão uma homenagem, como se estivessem jogando uma partida de futebol.
SEPULTAMENTO
Antes do momento do enterro, muitas pessoas trazem uma peça de pano, às vezes de qualidade, para oferecer ao defunto, que será embrulhado nele. Serão estes panos, conforme a crença, que ele apresentará aos seus antepassados que estão em outra vida, dizendo-lhes: “Veja o que meus parentes e amigos me ofereceram; eles foram generosos para comigo”. Desta forma, os antepassados continuarão a abençoar e proteger aquela aldeia e todos os seus habitantes.
As pessoas oferecem também animais domésticos (galo, cabrito, carneiro … ), para serem sacrificados em sua honra ou servidos como alimento para os visitantes. Nada daquilo que foi doado poderá ser guardado, tudo deve ser oferecido em sacrifício ou utilizado nos dias que sucederão a cerimônia fúnebre. O termômetro para determinar o quanto uma pessoa foi amada em sua vida terrena é medido pelos dons e pela solenidade da cerimônia fúnebre (dança, música, comida, bebida, visitantes … ). A duração da cerimônia é de
três dias para as mulheres e de quatro dias para os homens. Naturalmente, devido ao intenso calor que reina no solo africano, o sepultamento é feito num espaço de 24 horas.
Mayara Mororo Lopes
Aline Pereira
Aline Freitas
Mikelle de Paula
Michelly do Amaral
Raphael Oliveira
Todos nós conhecemos bem o ciclo do ser vivo, mas para os que não se lembram, nós nascemos, desenvolvemos, reproduzimos, envelhecemos e morremos. Apesar da morte aparentemente ser algo “comum” na nossa sociedade, para muitos é um processo completamente difícil. Sabemos que a morte acontece por “n” motivos nos tempos de hoje, motivos que muitas vezes tornam a morte muito dolorosa. Para muitas culturas a morte tem um significado diferente, mas não deixa de ser importante. Para as culturas do Oriente que recebem a influência da cultura budista, a morte é vista como o renascimento. Para os católicos a morte é vista como algo grandioso por que aqueles que seguem o mandamento de Deus e que vivem de sua palavra viverá no reino do céu.
Não vou dizer <<para os evangélicos>>, que seguem a mesma bíblia que os católicos e algumas outras seitas, prefiro dizer segundo a bíblia – regente das religiões cristãs – a morte em Deus, isto é, de alguém que segue os princípios bíblicos, ela é lucro, pois o homem carnal finalmente se encontra com Deus. Porém a morte dos ímpios – não seguidores de Deus e da bíblia – a morte é a separação total de Deus, sem chance alguma de salvação do espírito. No entanto também há o conceito de morte como separação espiritual de Deus, ou seja, aqueles que não seguem a vontade de Deus são considerados mortos em seus delitos e desejos carnais, mas tem chance de salvação se decidirem voltarem-se para Cristo, o único caminho que conduz a Deus.
Equipe: Adrielly Ribeiro, Ana Jéssica, Herdila Quézia, Ivana Roberta, Josy Carla, Rebeca Lídia, Rafaela Almeida,Thaillana Ellen.
A Doutrina espírita afirma a sua singularidade na fé como sendo “sempre a razão através do conhecimento” (L.J.Correia)
Cultura é a herança social de um povo. É o conhecimento que um determinado grupo acumulou, e está acumulando, à medida que enfrentou e enfrenta situações, dificuldades, desafios. Essa herança é mantida através dos valores, dos conceitos, da mentalidade das pessoas, que, em constante mudança, fazem adaptações que atendem às necessidades do grupo.
A religião é um segmento particular dessa cultura. Os conhecimentos construídos através das experiências e vivências da pessoa, e do grupo ao qual pertence, quando enfrenta questões básicas como o significado do sofrimento, da dor, do Universo, da existência, da vida, de Deus, determinam um conjunto que é chamado de religião. Portanto, as diversas correntes religiosas que existiram, e as existentes, refletem diferentes necessidades, diferentes escolhas de questões prioritárias, diferentes interpretações, diferentes respostas, diferentes atitudes e comportamentos.
“A visão religiosa é, portanto, uma ferramenta que facilita a construção de respostas…”
Para a Doutrina espírita, a interpretação religiosa resulta da soma do conhecimento de várias pessoas, encarnadas e desencarnadas, que superam os seus entendimentos anteriores, propiciando respostas que sejam aperfeiçoadas, ampliadas e sustentem um comportamento diferenciado. A interpretação não é definitiva, acabada, absoluta. É aberta, permitindo que novas sínteses sejam realizadas à medida que o conhecimento das pessoas envolvidas se amplie. A religião espírita, portanto, não tem dogmas, não tem posições a serem defendidas com o sacrifício da razão, da compreensão. A Doutrina não pede que se sustente o que não se entende pois essa atitude não resultará em ato consciente e responsável.
A religião espírita não é a religião do maravilhoso, do sobrenatural, do mágico, do oculto, do mistério, pois “toda a sua extensão é alcançável através do conhecimento”.
Para a Doutrina, a religião não necessita de templos, de cultos, de cerimônias, de rituais, de fórmulas, de prescrições, de sacrifícios, de promessas, de sacramentos. Ser religioso, para a Doutrina, não é pertencer a uma igreja, a uma instituição formal. Não há necessidade de sacerdotes; não há intermediários na ligação entre pessoa, criatura, e o seu Criador, Deus.
O Espiritismo não vincula à religião os conceitos de salvação, de culpa, de castigo, de pecado, mas sim aos de consciência, responsabilidade, avaliação crítica dos atos praticados.
O religioso espírita é o que sustenta pensamento, linguagem, comportamento, que o aproximam, cada vez mais, do agenciar conscientemente à organização, o ordenamento, a harmonia, a estruturação .
Algumas perguntas sobre as maiores curiosidades dá prática espiritual:
1) Quais são os rituais no Espiritismo?
Não existem rituais no Espiritismo, A Doutrina Espírita não adota em suas reuniões ou em suas práticas:
– paramentos ou quaisquer vestes especiais;
– vinho ou qualquer bebida alcoólica;
– altares, imagens, andores, velas e quaisquer objetos materiais como auxiliares de atração do público;
– danças, procissões ou atos análogos;
– rituais e encenações extravagantes de modo a impressionar o público;
– fazer promessas e despachos, riscar cruzes e pontos, praticar, enfim, a longa série de atos materiais oriundos das velhas e primitivas concepções religiosas.
2) Existe batismo no Espiritismo?
O batismo é um ritual de alguns segmentos religiosos, principalmente da igreja católica. A Doutrina Espírita não segue rituais, para o espírita o batismo não tem significado algum.
3) Como é o casamento no Espiritismo?
Nas obras que compõem a Codificação da Doutrina Espírita, de Allan Kardec, não há nenhuma referência a qualquer cerimônia ou ritual, tais como casamentos, batizados, etc. Em Conduta Espírita (Chico Xavier, pelo Espírito André Luiz) está claro que no Espiritismo não cabem rituais de qualquer tipo. Isso porque, todos nós somos filhos diretos de Deus, e como tal, não precisamos de nenhum intermediário para entrarmos em contato com Ele, tais como sacerdotes ou objetos materiais como talismãs, imagens, etc.
4) Como fazer feitiços?
No Espiritismo não encontraremos esse tipo de prática, pois a Doutrina Espírita nos orienta a viver em conformidade com as leis naturais, que são as leis de Deus. Segundo uma dessas leis, a de Causa e Efeito, recebemos de volta os efeitos de nossas ações. Se agimos no bem, teremos o bem de retorno. Se praticamos o mal, este voltará a nós. Em sendo assim, o recomendável, por ser mais inteligente, é exercitar o amor e a caridade, praticar o perdão das ofensas e a indulgência para com as imperfeições dos outros, desejar o bem a todos, inclusive aos que consideramos como nossos inimigos. Agindo assim receberemos dos outros os bons pensamentos, a gratidão, os mesmos valores que a eles direcionamos. É este o verdadeiro sentido da vida, capaz de nos trazer a felicidade e o bem-estar.
5) Como posso obter previsões para o futuro?
Se você deseja receber informações mediúnicas sobre decisões pessoais materiais, é preciso compreender que este tipo de tarefa não é exercida por instituições espíritas sérias, e nem mediamos tais comunicações.
A comunicação mediúnica séria, com vistas ao auxílio, ao consolo e ao trabalho no bem é realizada dentro de uma casa espírita, com uma equipe de médiuns (pessoas que possuem uma faculdade que lhes permite comunicar-se com os espíritos desencarnados) e uma equipe espiritual, que dirige este trabalho e é responsável pela organização das comunicações, e a avaliação dos casos apresentados, trazendo o que possa ser descortinado à família, no intuito de consolar e esclarecer.
Assim, procure fazer hoje o melhor que puderes por você e por todos que te cercam, amanhã certamente sereis abençoado por seu próprio esforço.
Referências Bibliográficas:
http://www.espiritismo.net/content,0,0,269,0,0.html
http://www.guia.heu.nom.br/espiritismo.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Espiritismo
Publicado: Ana Paula Costa ; Bruna Pinheiro ; Carla Janie ; Jennifer Richert; Karla Geovana; Lia Rabelo; Lorena Fernandes ; Manuelle Ferreira.
O Nuwaubinismo é uma religião inspirada em uma enorme variedade de fontes que incluem a Teosofia, derivados movimentos de Nova Era como os Astara e os Rosacruzes, Maçonaria, os Shriners, Templo da Ciência da América, Cristianismo Revisado, Islã, Culto de Qadiani Mirza Glulam Ahmad, numerologia de Rashad Khalifa, teorias dos astronautas antigos de Zecharia Sitchin. O Nuwaubianismo é um termo utilizado para se referir as doutrinas e os ensinamentos dos seguidos de Dwight York. Essa religião originou-se como um grupo mulçulmano negro de Nova York na década de 1970, e passaram por muitas mudanças desde então. Eventualmente o grupo estabeleceu um quartel general em Putnam County, Geórgia, em 1993. O fundador York está agora na prisão após ter sido condenado por lavagem de dinheiro e acusações de abuso sexual infantil, mas a religião ainda resiste. Eles acreditam que as pessoas brancas foram criadas originalmente como uma raça de assassinos para servir os negros num exército de escravos, mas esse plano não deu certo.
A seguir algumas de suas crenças:
- É importante para enterrar a placenta, para que Satanás não use-a para fazer um duplicado da criança recém-nascida.
- Além disso, alguns fetos abortados sobrevivem ao aborto e vivem nos esgotos, onde estão sendo reunidos e organizados para dominar o mundo.
- As pessoas eram perfeitamente simétricas e ambidestras, mas depois de um meteorito ter atingido a Terra e seu eixo ter sido inclinado, ocorreu lateralidade e deslocando, fazendo com que o coração ficasse fora do centro no peito.
- Cada um de nós tem sete clones vivos em diferentes partes do mundo
- As mulheres existem há muitas gerações, antes mesmo de terem sito inventados os homens através de manipulação genética.
Equipe: Adrielly Ribeiro, Josy Carla, Rafaela Almeida, Ivana Roberta, Thailanna Ellen, Herdila Quezia, Ana Carla, Ana Jéssica.

A Umbanda, como religião tipicamente brasileira, sofreu, em sua formatação, influências de crenças indígenas, católicas, espíritas, africanas e orientais. E todas essas influencias foram sendo reelaboradas e modificadas com o tempo e com a evolução da própria religião. A concepção da morte seguiu caminho semelhante distanciando-se radicalmente das influências originais. Na Umbanda, vida e morte são processos sagrados e constituintes de um mesmo processo que é a existência humana. Em todos esses momentos as pessoas são autores de suas ações que aprimoram, estagnam ou impedem a evolução do espírito. Sob a condição acima, faz-se necessário registrar que, embora a religião admita influencias das entidades ou dos espíritos evoluídos ou dos espíritos malignos ou desorientados, o livre arbítrio preserva a autonomia da alma humana e permite a escolha relativamente livre do caminho a seguir por qualquer pessoa. Como a Umbanda parte de uma concepção dialética da existência humana, entende vida e morte como constituintes de um mesmo processo que a alma humana percorre buscando a sua emancipação e sua constante renovação, evidentemente que nesta perspectiva também há conseqüências posteriores, mas em todo o processo se estabelece para a pessoa a possibilidade de uma práxis espiritual e se devolve a autoria do destino a própria pessoa.
Equipe: Emanuel Gonçalves, Danielle Fontinele, Mickaelly Menezes, Anderson Matos, Luiza Lidiane,Viviane lima,
A realidade da sempre morte foi sempre um enigma espinhoso para nós humanos. Prova incontestável de nossa pequenez, em confronto direto com nossa ambição de poder e perenidade. A origem e a sobrevivência das religiões até hoje têm muito a ver com o esforço homérico de resolver o enigma de nossa existência. Nesse busca trouxe um pouco do que o Espiritismo acredita e baseia suas crenças.
O Espiritismo tem como base de suas convicções nas obras de Allan Kardec, que constituem a Codificação Espírita: O Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns, O Evangelho Segundo o Espiritismo, O Céu e o Inferno e A Gênese.
Nas palavras de Martins Peralva, a religião Espirita acredita e desvenda a morte nas seguintes convicções:
O Espiritismo é profundamente, intensamente realista, tanto nesse como em todos os assuntos de interesse da alma eterna. Não cremos, nem anunciamos um Céu grandioso, adquirível à custa de promessas, espórtulas, louvaninhas ou petitórios, nem um inferna tenebroso, eterno, de onde jamais sairemos. O nosso conceito a respeito da morte e de suas conseqüências, se alicerça no Evangelho: “A cada um será dado de acordo com as suas obras”.
Expressando, todavia, a misericórdia divina, vem erguendo gradualmente, em doses nem sempre homeopáticas, a cortina que separa o mundo físico do mundo espiritual, consentindo estendamos o olhar curioso, indagativo, sobre o belo panorama da vida além da carne. O espírita convicto não teme a morte, nem para si nem para os outros, mas procurar cumprir, da melhor maneira possível, apesar de suas imperfeições, imperfeições que não desconhece, os deveres que lhe cabem na erra, aguardando, assim, confiante, a qualquer tempo, hora e lugar, o momento da Grande Passagem. Não a considera pavorosa, lúgubre, terrificante, tampouco a define por suave e milagrosa porta de redenção e felicidade. O Espiritismo ensina, com apoio no Cristianismo, que não há das vidas, mas sim duas fases, que se prolongam, de uma só vida.
Se a Doutrina preleciona: “nascer, morre, renascer ainda, progredir continuamente” Jesus notifica a Nicodemos: “necessário vos é nascer de novo”. A uma daquelas fases, dá-se o nome de Etapa Corporal. Vai do berço ao túmulo. À outra, dá-se o nome de Etapa Espiritual. Vai do túmulo ao berço. A nossa alma é como o Sol, que se esconde no horizonte, ao pôr de um dia, para, no alvorecer de novo dia, retornar pelo mesmo caminho.A vida, em si mesma, é sublime cadeia de experiências que se repetem, séculos e mais séculos, até que obtenhamos a perfeição.
Pensando atuando dentro da conceituação, estranha para muitos, por enquanto, porém muito lógica e racional para nós, sabe o espírita, em tese, o que a Morte, como fenômeno simplesmente transitivo, lhe reservará. Sabe que o sistema de vida adotado aqui na Terra, o seu comportamento ético, terá justa e equânime correspondência no mundo espiritual que é indefectivamente, um prolongamento do terráqueo.
Boas sementes, bons frutos produzem. Más sementes, amargos frutos produzem.Seremos, aqui e em qualquer parte, o resultado de nós mesmos, de nossos atos, pensamentos e palavras, sem embargo da generosas intercessões de amigos que se nos anteciparam na Grande Viagem. Proporcionando alegria e amparo, alimento e instrução, aqui na Terra, aos nossos semelhantes, a Lei nos assegurará, no Plano Espiritual, instrução e alimento, amparo e alegria.
Tais noções, hauridas no Espiritismo, tornam o homem mais responsável e mais cuidadoso, mais esclarecido e mais consciente, compelindo-o a passos mais seguros, dentro da Vida – em suas duas faces – para que a Vida lhe sorria, agora e sempre.
Evidentemente, sem subestimar, nem sobre estimar a morte, o espírita caminha, luta, sofre, trabalha e evolui conscientemente, na direção do Infinito Bem.
Referências: www.oespiritismo.com.br
Por: Cristiane Formighieri, Artur Ribeiro, Artur Ribeiro, Edilene Melo, Luiza Rocha e Daianne Medeiros.


